Banda tocou álbum de estreia, de 10
anos atrás, quase na íntegra.
Acusada de playback, Goldfrapp
'roubou' público de Beady Eye.
No ano passado, o Planeta Terra teve a
disputa entre dois pesos-pesados do rock da geração 90:
Smashing Pumpkins e Pavement, além da inclusão de Mika como
a surpresa vez. Em 2011, não houve nada disso. A 5ª edição
do festival, que aconteceu neste sábado (5) na capital
paulista, foi toda dos Strokes.
Vocalista dos Strokes, Casablancas
empolgou o público como grande atração da noite (Foto:
Flavio Moraes/G1)
Desde que o rapper-galã Criolo subiu
no palco principal, às 16h, hits da banda liderada por
Julian Casablancas ecoavam por quase todos os brinquedos do
parque de diversões Playcenter, tomado por fãs vestindo
camisetas do grupo. Isso, somado ao fraco poder de fogo dos
artistas que compuseram esta edição, deixou o jogo ganho
para os Strokes antes mesmo de eles entrarem no palco.
E, quando o fizeram, foi com um show
impecável de 1h30, que não decepcionou as 20 mil pessoas que
passaram pelo local. O repertório da apresentação foi
praticamente baseado em “Is this it”, aclamado álbum de
estreia que completa dez anos.
Como foi o festival
Primeira atração estrangeira a se
apresentar na edição deste ano, a banda White Lies começou a
tocar às 19h, depois de shows do rapper paulistano Criolo e
dos pernambucanos da Nação Zumbi. Em sua segunda passagem
pelo Brasil, após festa só para convidados em dezembro do
ano passado, o grupo inglês tentou conquistar o público que
ainda chegava ao Playcenter, com letras como a de “To lose
my life”, que traz versos sobre “morrer ao mesmo tempo” que
a mulher amada.
“Essa eu acho que vocês conhecem”,
disse o vocalista Harry McVeigh sobre “Death”, outra que vai
pela mesma temática. Sem se comprometer ou se destacar, o
que chamou a atenção em McVeigh foi sua insistência em
pressionar o ouvido com o dedo indicador durante a maior
parte dos 50 minutos de show.
Com som um pouco mais adequado para um
festival como o Planeta Terra, o combo canadense Broken
Social Scene trouxe seu indie rock pela primeira vez ao
país. “É ótimo estar finalmente no Brasil, senhoras e
senhores. Só demorou 10 anos”, brincou o vocalista e
guitarrista Kevin Drew, que teve de suar a franja para fazer
a plateia esboçar alguma reação.
Em boas canções como “7/4 (Shoreline)”,
o grupo colocou seus nove integrantes para fazer um som com
potencial para agradar aos fãs de Pavement, que promoveu um
inesquecível baile da saudade indie na edição de 2010.
Com saxofone e trombone eventuais
(mais destaque nas duas últimas canções, “Meet me in the
basement” e “KC accidental”), os músicos do Broken Social
Scene se revezaram em percussão, bateria, sintetizador,
baixo e guitarras. Às vezes, eram quatro delas fazendo
barulho ao mesmo tempo. Mesmo com tantos ingredientes, a
fórmula foi só parcialmente aprovada pela plateia.
O cada vez menos galã Paul Banks,
vocalista da banda nova-iorquina Interpol, mostrou que sua
voz ainda é o grande trunfo da banda. Desta vez, o show foi
mais certeiro que os da vinda anterior, o que não significa
muito, quando se lembra que a apresentação no Rio em janeiro
de 2008 foi interrompida por uma goteira que insistia em
pingar na cabeça dos integrantes.
Com um novo baixista que parece ter
saído da Família Adams, o Interpol quase conseguiu vencer a
apatia do público (que parecia se poupar para os Strokes),
com semi-hits como “Say hello to the angels”, “Evil” e “Slow
hands”. Alguém precisa avisar o grupo que ainda é cedo para
abrir mão de bons singles como “PDA” e “No I in threesome”,
independentemente de quão curto seja o repertório.
Liam e seus três ex-Oasis
Sem firulas e com um pouco menos de
marra do que nos tempos de Oasis, Liam Gallagher apresentou
seu novo projeto ao Brasil, o Beady Eye. Foram apenas 50
minutos de show e 12 canções, que fazem sobressair o talento
dos outros três ex-Oasis: Gem Archer, Andy Bell e Chris
Sharrock. Com fôlego que parece estar perto de se esgotar,
Liam tentou dar gás à apresentação, evitando provações e
bravatas de sempre, com foco nos rocks enxutos do disco
“Different gear, still speeding”, lançado em fevereiro.
Os destaques ficaram por conta da
pegada de “The roller” e da bonita balada “The beat goes on”,
a única do Beady Eye que deve ter feito o irmão Noel
Gallagher levantar suas volumosas sobrancelhas. Como Liam já
deixou claro que não há chances de tocar músicas do Oasis
nesta turnê, não se pode dizer que os fãs ficaram
decepcionados. Mesmo com a falta de viço do vocalista,
alguns poucos fãs até arriscaram os novos versos.
Daí vieram os Strokes, com o som mais
alto desta edição, para mostrar com quantas músicas se faz
um setlist arrasa-quarteirão. Foram 19 canções em 1h30. Nove
das faixas escolhidas pelo grupo de Nova York saíram direto
do disco de estreia deles, "Is this it" (2001), como “Last
nite” e “Hard to explain”.
"New York City cops" abriu o show e "Take
it or leave it" fechou o expediente, que teve os discursos
cheios de piadinhas de Casablancas, que zoou o baterista
Fabrizio Moretti e brincou com uma garota que dançava na
plateia. Para não dizer que não lembraram do disco mais
recente – "Angles" (2011) –, vale citar a inclusão de quatro
canções do álbum: “Machu Picchu”, “Under cover of darkness”,
“You’re so right” e “Gratisfaction”. A expressão "jogar para
ganhar" nunca foi tão bem resumida.
Palco menor não tem surpresas
O Indie Stage, palco menor do Planeta
Terra e sempre com um "achado" nas últimas edições, este ano
decepcionou. Mais uma vez, o local optou por abrigar
artistas mais ligados à música eletrônica, caso de Toro y
Moi, expoente da chillwave.
Acompanhado de uma banda, o produtor e
cantor Chazwick Bundick deu show no controle dos
sintetizadores, mas ao vivo suas faixas ganham uma pegada
mais roqueira, ao contrário da calmaria que seu som propõe.
Ele mostrou personalidade ao abrir o show com “New beat”,
sua obra mais conhecida, e montou um repertório de 12 faixas
calcado em seus dois discos de estúdio, como “All alone”,
“Still sound” e “I can get love”. No final, com “Low
shoulder”, o espaço estava lotado.
Menos sorte teve o Gang Gang Dance,
cujo show bateu em horário com o do Interpol. Foram poucos
aqueles que quiseram ficar para ouvir o eletrônico
experimental de batucadas liderado pela extravagante Lizzi
Bougatsos. O grupo foi escalado há menos de um mês no lugar
de Peter Bjorn e John.
Pior ainda foi o Goldfrapp. O veterano
duo britânico tinha tudo para fazer o melhor show do Indie
Stage: um público cativo, que preferiu deixar o Beady Eye de
lado, e um punhado de boas canções, como “Ride a white horse”,
“Happiness” e “Ooh, la la”, que venceu o Grammy de melhor
canções dance em 2007.
Nos primeiros minutos, a apresentação
chamou a atenção pela ótima qualidade do som e pelo lado
brega que a banda assume sem vergonha nenhuma. Vestida com
um casaco preto de tiras, Alison Goldfrapp cantou em cima de
um ventilador o tempo todo, enquanto dois tecladistas e
programadores tocavam keytar (aquele tecladinho empunhado
como guitarra) em cada extremidade do palco.
O problema é que tudo não passava de
um jogo de cena: tanto a cantora quanto os integrantes
fizeram playback na maior parte da apresentação. Nas redes
sociais, essa opção foi muito criticada. Já quem estava ali
perto pareceu não se importar, preferindo fechar os olhos e
apenas dançar.
Monkee Business estreará na Inglaterra
em março de 2012
Um musical baseado nos hits do grupo
sessentista The Monkees está sendo elaborado em Manchester.
As informações são do site do semanário britânico NME.
O espetáculo, que contará com singles
como “I'm A Believer”, “Hey, Hey We're The Monkees” e
“Daydream Believer”, se chamará Monkee Business e estreará
em março no Manchester Opera House, devendo passar por
outras cidades britânicas . O roteiro será com estilo de
humor “Austin Powers”, segundo prometeram os produtores da
obra.
Um representante do Manchester Opera
House comentou que o espetáculo será como uma nova história
“com o espírito” do programa norte-americano de TV que tinha
o nome da banda, nos anos 60, e fez com que o Monkees se
tornasse famoso. The Monkees foi ao ar na NBC entre os anos
de 1966 e 1968 e mostrava as aventuras de quatro jovens que
queriam fazer carreira no mundo da música.
Trio de Sorocaba foi o segundo nome a
subir no Indie Stage neste sábado, 5
Os shows seguem no Planeta Terra
Festival, que está rolando neste sábado, 5, no Playcenter. A
segunda apresentação no Indie Stage, às 17h, foi a do trio
sorocabano The Name, que colocou o pequeno público presente
no local para dançar.
Composto por Andy (voz e guitarra),
Molinari (baixo) e Alves (bateria), o The Name já passou por
festivais internacionais (como o South By Southwest e
Canadian Music Week), mas agora foi a vez da banda mostrar
seu trabalho aos brasileiros que vieram marcar presença no
Terra. Em show coeso, apresentou set list composto por
faixas em inglês de seu rock que mistura influências de
disco music e do pós-punk – e que, às vezes, remete a
sonoridades de grupos como Franz Ferdinand e Datarock.
Entre as faixas
tocadas, estiveram “Can You Dance, Boy?”, “Can't Take No
More”, “Older”, “Tenant”, “It's Up to Us”, “Come Out
Tonight”, “Time for Fun”, entre outras. Os
integrantes estão atualmente gravando seu primeiro álbum,
ainda sem título, que deve sair em 2012, e aproveitaram a
ocasião para executar as faixas inéditas “Blueberry Kiss” e
“Do Anything”.
ROLLING STONE BRASIL - Foto: Adri
Felden/Argosfoto
Grupo vencedor do concurso Hit Todo
Som, Todo Seu BB não empolgou a plateia, mas fez show
competente no Planeta Terra
Foram poucos os que se animaram com o
show do Selvagens à Procura da Lei, responsável por abrir os
trabalhos no Palco Indie do Planeta Terra na tarde deste
sábado, 5. A banda, que chegou ao festival após vencer o
concurso Hit Todo Som, Todo Seu BB, foi de poucas palavras
no show de pouco mais de meia hora, que teve início às 16h.
"Amigos Libertinos", canção que abre o
disco homônimo de estreia da banda, animou o pequeno público
que dançava, mesmo que timidamente, perto da grade do Palco
Indie. Com apenas sete canções no set list e uma bandeira do
Ceará decorando o palco, a banda se esforçava ao máximo em
cada música. A sensação de já ter ouvido qualquer das
canções antes permanece durante todo o show, com ecos de
indie rock que remetem ao começo de carreira de bandas como
Arctic Monkeys e The Kooks, com letras de temática
adolescente.
O momento mais curioso da apresentação
talvez tenha ocorrido durante a música “Meninos Elétricos”,
em que um provável membro do staff da banda subiu ao palco
com um capacete dourado de mergulho e tentou animar as
pequenas aglomerações que estavam mais interessadas em
conversar. Um público fiel próximo à grade, no entanto,
mantinha o empenho da banda ao máximo.
A curta apresentação teve fim com
“Reis de São Paulo”, uma homenagem da banda cearense aos
paulistanos.
ROLLING STONE BRASIL - Foto: Adri
Felden/Argosfoto
Às 23h45, o Sonora Main Stage já
estava abarrotado de viúvas do Oasis. Quando Liam Gallagher
e seus comparsas deram as caras, a reação da plateia deu a
entender que o Beady Eye não precisaria se esforçar muito
para corresponder às expectativas do público presente. Mas
não foi bem assim...
Como a banda tem apenas um disco (Different
Gear, Still Speeding, lançado em 2010), não seria difícil
prever o repertório do show do Beady Eye. E foi justamente
com a faixa de abertura do álbum que começou tudo: Four
Letter Word veio de maneira pesada, mostrando quase o mesmo
frescor que o Oasis tinha nos velhos tempos. Emendando a
enérgica Beatles And Stones, a banda não deixou o ritmo
cair, mesmo que a voz de Liam tenha se mostrado um pouco
fora de tom nos primeiros números.
Não faltou o primeiro single do grupo,
Bring the Light, que mostrou algo que o Oasis nunca
explorou: um rock sacolejante calcado em um piano
frenético. O grupo só foi dar uma esfriada quando encaixou
duas baladas seguidas: Kill For A Dream e The Beat Goes On,
belas pérolas com toques de psicodelia a la Beatles e Pink
Floyd - o teclado hipnótico da primeira faixa remete
descaradamente ao mesmo timbre utilizado pela banda inglesa
em Chapter 24.
Só que justamente depois deste momento
mais calmo, a apresentação do Beady Eye ficou irregular. O
grupo até tentou voltar às canções mais pesadas, com Man Of
Misery, mas ao emendar as intermináveis Morning Son e Wigwam,
o show descambou para uma chatice sem sentido. As duas
músicas não passam de composições medianas esticadas além do
limite do suportável, e suas durações exageradas acabaram
dispersando a atenção do público crescente, que ainda se
mantinha ali para assegurar bons lugares para assistir aos
Strokes. É, Liam, parece que um certo Noel ainda faz
falta...
Banda está prestes a lançar CD com
músicas inéditas
O RPM está de volta e continua fazendo
sua turnê pelo Brasil. Neste sábado (5), a banda de Paulo
Ricardo, Fernando Deluqui, P.A. e Luiz Schiavon tocou na
Marina da Glória, no Rio de Janeiro, num evento que reuniu
motoqueiros fãs da Harley Davidson. O evento se chama Harley
Days.
O grupo apresentou seus vários hits
como Louras Geladas, Rádio Pirata e Revoluções por Minuto,
além de material novo que estará no próximo CD da banda, só
de inéditas, que se chamará Elektra. O disco sai no dia 20
de novembro.
"Live Music Rocks"
ainda poderá contar com Portishead e Dave Matthews Band no
line-up
Arcade Fire é uma das bandas que pode
tocar no festival - Foto: John Smierciak / AP
Um novo grande evento será realizado
no ano de 2012 e, pelo que se especula, poderá contar com
grandes atrações. A produtora XYZ Live anunciou que vai
organizar no ano que vem o Live Music Rocks, uma plataforma
anual de shows que acontecerão "nos palcos e nas telas do
país". As informações são da revista Rolling Stones.
A notícia foi divulgada em um evento
em São Paulo. Entre os nomes que poderão fazer parte do
evento estão Arcade Fire, Prince, Morrissey, Portishead e
Dave Matthews Band. Não foi confirmado até agora, mas as
negociações estão em andamento.
As apresentações do Live Music Rocks
acontecerão em estádios, arenas e casas de shows, mas serão
pensadas e formatadas como conteúdo multitelas (para que
sejam também exibidas em streaming na internet). Segundo
informado, os artistas serão divididos em três categorias:
Stadium (show para mais de 20 mil pessoas), Open Air (de 10
e 20 mil pessoas) e Arena (até 10 mil pessoas).
Os locais onde irão acontecer os shows
do Live Music Rocks ainda não foram revelados e também não
se sabe as datas certas. A intenção é que o evento aconteça
a partir do primeiro semestre de 2012.
A banda inglesa Kaiser Chiefs acaba de
compor uma nova música sobre as "pessoas cruéis" que habitam
redes sociais como o Twitter. "On the run", que ficou de
fora do último disco do grupo, "The future is medieval", é
um "brado contra a sociedade moderna", de acordo com o
baterista e compositor da banda de Leeds, Nick Hodgson. "Eu
estou correndo deste mundo [virtual]. Há opiniões demais lá,
como no Twitter. Está cheio de gente rude e cruel", lamentou
o músico, que disse ter composto e gravado "On the run" em
apenas quatro dias. As informações são do 'NME'.
O Megadeth lançou em seu
site oficial o videoclipe do
single de estreia de seu novo álbum de estúdio, 'Th1rt3en'.
A faixa chama-se 'Public Enemy No. 1' e foi filmada na
Califórnia, em um set antigamente usado para produções de
faroeste.
"Nunca havíamos feito um vídeoclipe
como esse", disse o baixista David Ellefson. "Temos animais
no filme e é tudo o que podemos dizer".
O 13º álbum do respeitado grupo
norte-americano de thrash metal chegou às lojas do mundo na
última terça-feira (1), via Roadrunner Records. Veja abaixo
seu repertório e o clipe de 'Public Enemy No. 1':
Embora Noel Gallagher tenha rejeitado
uma reunião do Oasis em 2015 para celebrar os 20 anos do
álbum 'What's The Story (Morning Glory)', seu irmão Liam diz
estar certo de que acontecerá o contrário. Pelo que ele
falou ao periódico
The Independent, isso ocorrerá
quando o guitarrista se der conta de que precisa do
vocalista.
"Tenho certeza de que voltaremos a nos
reunir. Noel tem que fazer as suas coisas [em carreira] solo
– e se dar conta de que não é tão bom sem o seu irmão mais
novo", alfinetou. "Foi ele quem começou com essa ideia [da
turnê comemorativa] e agora fica dizendo que não está a fim
de fazer".
Assim que o Oasis decretou seu fim,
Noel Gallagher seguiu em carreira solo enquanto Liam
Gallagher e os demais integrantes montaram o Beady Eye. A
banda lançou este ano seu primeiro disco, 'Different Gear,
Still Speeding' e está em turnê para promovê-lo. Eles farão
um show em São Paulo neste sábado (5) pelo festival Planeta
Terra.
O Stone Temple Pilots começará a
preparar seu novo álbum de inéditas em breve. Quem garante é
o vocalista Scott Weiland, que conversou com o site da
Billboard e contou o seguinte
sobre as composições:
"Eles geralmente começam antes de mim,
juntando alguns rascunhos de ideias e passando para o
[programa de computador] ProTools, sem letras, nem melodia.
E então eu começo a ouvir o material e ver se é um disco de
rock and roll direto ou se está mais um álbum conceitual,
como foi 'Shangri-La Dee Da' [2001]. Uma vez que decidimos
isso, o processo segue a toda velocidade".
O álbum mais recente da banda saiu no
ano passado, foi o autointitulado que motivou a atual turnê
deles – a qual já passará pelo Brasil este mês, com uma
apresentação no festival SWU 2011. Scott Weiland, por sua
vez, está divulgando seu novo trabalho solo, o de temas
natalinos 'The Most Wonderful Time of the Year'.
Banda é reconhecida como um dos
principais expoentes da nova safra do Metal atual
Os fãs pediram e eles estão de volta
ao Rio de Janeiro! Após show de abertura para o Iron Maiden
em março deste ano, a banda Shadowside, uma das principais
potencias da música brasileira no exterior, confirmou
retorno à Cidade Maravilhosa.
O grupo formado por Dani Nolden
(vocal), Raphael Mattos (guitarrista), Ricardo Piccoli
(baixo) e Fabio Buitvidas (bateria) se apresenta no próximo
dia 12 de novembro, no Calabouço Bar. Os ingressos custam R$
20,00 e já estão à venda no próprio local do evento.
Neste momento, o quarteto está dando
os primeiros passos na turnê de divulgação do novo álbum "Inner
Monster Out" que, segundo a imprensa especializada, é um dos
melhores lançamentos deste ano.
"Inner Monster Out" foi gravado,
mixado e masterizado por Fredrik Nordström, um dos
principais produtores de Heavy Metal da atualidade, no
Fredman Studio, em Gotemburgo, Suécia. O CD tem a
participação especial dos vocalistas Mikael Stanne (Dark
Tranquillity), Björn "Speed" Strid (Soilwork) e Niklas
Isfeldt (Dream Evil). A versão nacional traz a releitura de
Inútil, clássico dos anos 80, com Roger Moreira, líder do
Ultraje a Rigor!, dividindo os vocais com a frontwoman Dani
Nolden.
O videoclipe para a música “Angel with
Horns”, primeiro single do CD, já superou a marca de 102 mil
views no Youtube. Confira:
Vale a pena lembrar que esta não é a
primeira passagem da Shadowside pelo Rio de Janeiro. Em
2006, a banda foi responsável pela abertura do show do
Helloween e, este ano, foram convidados para esquentar os
fãs do Iron Maiden, no HSBC Arena.
Os produtores interessados em
contratar o espetáculo que já passou por mais de 20 países
da Europa, cinco turnês pelos EUA e diversas cidades do
Brasil, devem entrar em contato através do e-mail
contato@furiamusic.com.br.
Serviço Shadowside - Rio de Janeiro
Local: Calabouço Bar
Endereço: Rua Felipe Camarão, 130,
Vila Isabel - Rio de Janeiro
Expectativa é que de músicos gravem
novo álbum e saiam em turnê mundial.
Última apresentação da banda com a
formação original aconteceu em 2006.
A banda de heavy metal Black Sabbath
(Foto: Divulgação)
Os quatro membros originais do Black
Sabbath, Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill
Ward, vão promover uma entrevista coletiva na próxima
sexta-feira (11), em Los Angeles (EUA), para fazer um
"anúncio especial". As informações são do site do semanário
musical britânico "New Musical Express".
De acordo com a publicação, o evento
será realizado no Whysky A Go-Go, mesma casa de shows em que
o grupo fez seu primeiro show na cidade, há 41 anos, e terá
apresentação do cantor Henry Rollins.
A expectativa é de que a banda anuncie
uma a gravação de um novo álbum, uma turnê mundial ou os
dois — nesta sexta (4), uma imagem com o nome da banda e os
números "11-11-11" passou a ocupar o lugar da página inicial
do
site oficial do grupo, criando
expectativa entre os fãs.
Considerada uma das bandas mais
influentes da história do rock, o Black Sabbath foi formado
em Birmingham, na Inglaterra, em 1968. Em 1979, Ozzy foi
expulso por conta do uso abusivo de álcool e drogas. Foi
substiuiído por Ronnie James Dio, morto em maio do ano
passado.
Ozzy, Iommi, Butler e Ward não se
reúnem para uma turnê desde 2005. A última vez em que se
apresentaram juntos foi na cerimônia de introdução ao Rock
And Roll Hall Of Fame, no início de 2006.
O guitarrista do Franz Ferdinand, Nick
McCarthy, confirmou que o grupo deve voltar à ativa em
2012. Sem lançar material novo desde Tonight: Franz
Ferdinand, de 2009, o músico revelou ao jornal escocês Daily
Record que a banda precisava dar uma parada para recuperar
os ânimos.
"Fizemos turnês em excesso e
precisávamos sentir prazer em tocar, novamente", contou
McCarthy. "Está indo tudo muito bem, pensamos em fazer algo
após esse [período] sabático."
O guitarrista também adiantou que o
grupo pretende diminuir o ritmo d eprodução de discos.
"Costumávamos pensar: qual o problema de gravar um disco por
ano? Vamos mudar o sistema um pouco. Nos dias de hoje, as
pessoas gravam um álbum por ano e fazem turnê por dois anos.
Não acaba nunca".
Depois do grande sucesso do clipe de
Oração, A Banda Mais Bonita da Cidade ficou meio afastada
dos holofotes. Mas esse sumiço justificou-se com a novidade:
o processo de gravação do homônimo disco de estreia do
grupo, que já está liberado para download no
site oficial da banda.
O projeto foi pago por uma iniciativa
de crowdfunding, pela qual cada música foi financiada
diretamente pelos fãs. Além das onze canções previstas
anteriormente, foi incluída também a faixa Se Eu Corro.
Veja abaixo o tracklist:
01 - Mercadoramama
02 - Aos Garotos de Aluguel
03 - Boa Pessoa
04 - A Balada da Bailarina Torta
05 - Oxigênio
06 - Ótima
07 - Canção Pra Não Voltar
08 - Solitária
09 - Nunca
10 - Se Eu Corro
11 - Oração
12 - Cantiga De Dar Tchau
VÍRGULA UOL
Curta outro clipe que não seja
"Oração"; curta "Boa Pessoa":
A imagem mostra executivos do selo
Capitol no lugar dos músicos da banda e das outras
personalidades que estampam Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club
Band
Uma versão da capa do disco Sgt.
Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, com os rostos
de executivos do selo Capitol no lugar das faces originais
(veja ao lado), foi eleita a mais rara do mundo. A
informação é do site da BBC.
A escolha foi feita pela revista
Record Collector, que se especializa nos temas raridades e
recordes.
A capa original, feita pelo artista
pop britânico Peter Blake, foi alterada – em vez os rostos
dos Beatles e das personalidades que aparecem no original, a
imagem ganhou as faces dos executivos do selo Capitol, que
lançava os discos do grupo em território norte-americano.
A arte adaptada vale cerca de 70 mil
libras (mais ou menos R$ 194 mil) e existem aproximadamente
cem cópias dela. A versão foi criada para comemorar o
sucesso de vendas do álbum no Natal daquele ano (1967,
quando foi lançado).
Projeto paralelo da cantora Pitty e do
guitarrista Martin Mendonça chega às lojas no dia 7 de
novembro
O álbum homônimo de estreia do
Agridoce, projeto musical acústico formado pela cantora
Pitty e o guitarrista Martin Mendonça, foi disponibilizado
para audição na última quinta, 3. O disco chega às lojas no
dia 7 de novembro.
O Agridoce foi anunciado em meados de
2010. Consistindo basicamente de Pitty nos vocais e ao piano
e Martin nos violões, o Agridoce declara como inspiração
nomes como Elliott Smith e Nick Drake. As gravações do álbum
aconteceram em um estúdio montado na Serra da Canteira, em
São Paulo.
Para ouvir Agridoce,
clique aqui. Conheça a
tracklist do disco abaixo:
1 - "Embrace the Devil"
2 - "Dançando"
3 - "Say"
4 - "Romeu"
5 - "20 Passos"
6 - "Ne Parle Pas"
7 - "Upside Down"
8 - "Epílogos"
9 - "Rainy"
10 - "130 Anos"
11 - "O Porto"
12 - "Please,
Please, Please, Let Me Get What I Want"
O álbum 'Lulu', disco de ópera rock
gravado entre Lou Reed e Metallica chegou às lojas. Mas,
para Lou Reed, 69, este novo projeto já trouxe complicações.
Sobre alguns fãs do Metallica, ele afirma: "Eles estão
ameaçando atirar em mim. Nem sequer ouviram o álbum, mas já
estão recomendando várias formas de tortura e morte", disse
em entrevista ao jornal USA Today.
O álbum não recebeu críticas
favoráveis dos sites especializados em música, mas o cantor
disse que nada disso o abalou. "E quem liga para isso? Eu
estou nessa pela diversão", completa Lou Reed que cria ainda
artifícios de um 'universo paralelo' para explicar a
satisfação com o álbum. "Ninguém quer um 'Lulu parte 2', mas
na Radio Lou, na minha cabeça, onde eu ouço estas músicas,
eu quero mais disso", explica.
Já do outro lado da parceria, Lars
Ulrich, baterista do Metallica, convida os fãs a conhecerem
o novo. "Sei que não é para todos, mas eu penso que é um
disco fantástico", pontua Ulrich.
'Lulu' é baseado nas peças de teatro
do alemão Frank Wedekind, que relatam a história de uma
bailarina abusada.
Ouça 'The View', primeiro tema
divulgado do álbum:
Jakob Dylan irá se reunir com sua
antiga banda, o Wallflowers, no início do ano que vem. Em
recente entrevista à revista norte-americana Rolling Stone,
o músico afirmou que já possui algumas canções escritas para
o Wallflowers.
O músico disse ainda que nunca teve a
intenção de acabar com a banda e que esta passava por um
hiato na carreira. Quanto às canções novas sobre as quais o
músico falou, deverão integrar o novo disco do Wallflowers,
ainda sem título ou data para lançamento definidos. Com
cindo discos de estúdio na carreira, o último lançamento
inédito da banda foi "Rebel, Sweetheart", que chegou ao
mercado em 2005.
Enquanto trabalha material novo para o
Wallflowers, Jakob Dylan continua cuidando de sua carreira
solo e tem shows marcados até o final do ano nos EUA.
Corey Taylor, vocalista do Slipknot,
revelou que o novo álbum de estúdio do Slipknot será
totalmente inspirado no ex-baixista Paul Gray, que morreu
por uma overdose em junho deste ano. “Nós sabemos que tudo o
que fizermos nesse álbum vai ser sobre Paul. Vai ser muito
triste”, disse o músico em entrevista a Billboard. Taylor
ainda se mostrou não muito ansioso para entrar em estúdio
como alguns integrantes da banda estão.
“Eu não quero o risco de perder o que
temos construído porque alguém está tentando provar um
ponto”, revelou Taylor, sobre o cuidado na composição do
disco.
O percussionista Shawn Crahan também
revelou que um novo registro não está perto de acontecer
neste momento, mas que todos da banda trabalham em material
novo.
“Não há o que falar de um novo álbum,
mas há um monte de coisas que todo mundo tem. Todo mundo tem
ideias escritas, mas isso não vai acontecer até chegarmos
juntos como uma banda e ter uma grande discussão sobre o que
é que queremos realizar”, disse Crahan.
Na última segunda, 31 de outubro, a
banda lançou uma edição especial de 10 anos do seu segundo
álbum “Iowa”.
As imagens na tela sempre em branco e
preto, como a reafirmar a essencialidade da cultura noir, da
arte sem afetação ou efeitos milionários. Mas não se tratava
de um filme, era o telão do show do Pearl Jam no Morumbi, e
o que se viu foi algo também tão fundamental quanto um livro
de Raymond Chandler ou um filme de John Huston.
Cerca de 50 mil pessoas viram o
concerto de ontem, e na saída do estádio umas 100 pessoas já
dormiam na porta para o show de sexta à noite. Pela primeira
vez na vida, é possível pensar que a vigília estava coberta
de razão. Foi um show antológico.
Abrindo com Release (última faixa do
seu disco de estreia, Ten, de 1991), às 21h15, o Pearl Jam
conduziu uma cascata de som quase sem pausa, 26 músicas
tocadas e cantadas com entrega total de seus integrantes. O
grupo não só ilustrou a formidável resistência do rock
básico em duas décadas de estrada, mas também fez um tributo
ao despojamento e sinceridade do punk rock, tocando Come
Back em homenagem a Joey Ramone e, na sequência, tocando I
Believe in Miracles, do próprio Ramones, com uma abordagem
reverente, quase religiosa.
O Pearl Jam fez do show um tipo de
manifesto da sua crença musical. O punk rock esteve presente
o tempo todo, fosse na execução de um originador do gênero,
Neil Young (na clássica Rockin' in a Free World); na
abertura do concerto com o grupo californiano histórico X,
referência do gênero; e até no formato ultrabásico de uma
novíssima canção, Olé (que vai entrar em álbum de 2012).
Eddie Vedder parece que elevou o berro
a uma espécie de categoria melódica. Sua entrega em cena,
mais o auxílio luxuoso de uma guitarra barroca, a de Mike
McCready (verdadeira estrada almofadada atravessando uma
montanha rochosa), alucinaram a noite.
— Felizes por estar em São Paulo.
Obrigado por nos trazer de volta. Vocês estar bem aí? —
disse Vedder, em português. O show foi muito mais energético
e vertiginoso do que o último que a banda fez no País, em
2005 (naquela ocasião, tocaram 28 músicas). Em dado momento,
Vedder pediu para ver o público e as luzes se acenderam, e
ele pediu por segurança para todos.
No Morumbi, o primeiro coro coletivo,
imenso e hipnótico, foi quando a banda tocou Even Flow. Os
hits são muitos, apesar de o Pearl Jam nunca ter ser sido
uma banda de refrões fáceis e radiofônicos: Do the Evolution,
Black, Comatose, The Fixer. Just Breathe fez as meninas se
esgoelarem. Apesar do set list extenso, houve quem
reclamasse da ausência de Yellow Ledbetter.
Há uma tentativa exacerbada na música
do Pearl Jam, um esforço romântico clássico, de se colocar o
sentimento acima das limitações da vida cotidiana. Essa
capacidade transgressiva sobrevive intacta na voz de Vedder,
um sujeito que furou a bolha do rock system e foi em busca
da verdade da música, gravando inclusive com o paquistanês
Nusrat Fateh Ali Khan.
No segundo bis, era possível ver
Vedder pendurado numa das beiradas do palco, pendendo pelo
braço como se estivesse andando de bonde, e fitando o
público demoradamente. Vindo do grunge, esse cara aprendeu
como manter a alma aquecida em cima de um palco. Coisa rara.
Os bilhetes para o show de Porto
Alegre custam R$ 150 (arquibancada), R$ 180 (pista) e R$ 200
(cadeira - esgotada nas vendas pela internet).
> Telefone: 4003-5588 (válido para
todo o país), a partir das 9h desta segunda-feira (01/08)
> Bilheteria oficial (sem taxa de
conveniência): Loja Multisom (Rua dos Andradas, 1001,
Centro) Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 11h
às 19h; e sábado, das 10h às 18h (não funciona aos domingo e
feriados)
Foi disponibilizada uma rara gravação
ao vivo do Nirvana em começo de carreira, antes da entrada
de Dave Grohl ou dos hits de Nevermind. Mas a gritaria
reservada por Kurt Cobain para as apresentações ao vivo está
lá.
O show aconteceu em 1989 em um clube
de Cambridge, Massachusetts, chamado Man Ray. Foram tocadas
músicas da era do disco Bleach, como "School", "About a
Girl", "Been a Son", "Breed", entre outras. A gravação foi
recuperada por Duane Bruce, ex-DJ da rádio de Boston
WFNX, que introduz a banda no
início do show. Ouça na íntegra:
Nenhuma banda brasileira, em qualquer
estilo, tem o reconhecimento internacional que o Krisiun
possui hoje. Desde o auge do Sepultura, na primeira metade
dos anos noventa, nenhum grupo saído de nosso país havia ido
tão longe. Todo o reconhecimento em relação ao trabalho do
Krisiun é merecido, afinal a banda dos irmãos Kolesne é, sem
dúvida, uma das maiores e mais interessantes não só do death
metal, mas do metal como um todo, já há alguns anos.
Nota: 9
O texto representa a opinião do autor
e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.
O novo disco do trio, "The Great
Execution", saiu no último dia 31 de outubro, e, além de
manter a banda no topo, tem tudo para fazê-la crescer ainda
mais. Sem medo de ousar e evoluir, Alex Camargo (vocal e
baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateria)
deram um passo à frente. "The Great Execution" é o álbum
mais longo da história do Krisiun, com mais de 1 hora de
duração. As composições também estão maiores, e apresentam
muito bem-vindas variações rítmicas, saindo da velocidade
pura característica e investindo em andamentos mais
cadenciados. É claro que os trechos rápidos, com a bateria
de Max entregando blast beats à velocidade da luz, estão
presentes, mas não são mais o prato principal. Isso, aliado
à presença maior de melodia, faz com que as novas
composições se aproximem do thrash metal.
O fato é que o Krisiun saiu de sua
zona de conforto, arricando-se corajosamente. As dez faixas
de "The Great Execution", ainda que mantenham a forte
personalidade do grupo, são diferentes de tudo o que a banda
já gravou. A evolução técnica dos músicos é gritante, e isso
foi repassado para as composições. Mas calma, não precisa
ficar preocupado. Eu sei que o termo “evolução”, quando
aplicado ao metal extremo, causa arrepios nos mais radicais,
e com razão. No caso do Krisiun, o que ocorre é que a banda
usa com inteligência o conhecimento e a experiência para dar
um passo à frente sem perder o extremismo de sua música. As
variações de velocidade nas faixas fazem com que elas
respirem e tornem-se ainda mais potentes. O grupo sabe como
poucos criar e manter passagens intensas em suas canções,
que retesam o corpo do ouvinte e afetam diretamente os seus
músculos, como ocorre em “The Extremist”, por exemplo.
Produzido por Andy Classen (Rotting
Christ, Legion of the Damned, Belphegor), "The Great
Execution" tem uma sonoridde orgânica e pura que contrasta
com a maioria dos trabalhos de metal extremo lançados
atualmente, repletos de elementos artificiais criados em
estúdio.
A banda acerta a mão violentamente em
diversos momentos. “Blood of Lions”, “The Will to Potency”,
a espetacular faixa-título, “Descending Abomination” e “Rise
and Confront” são destaques imediatos, assim como as
participações especiais do guitarrista Marcello Caminha em
“The Sword of Orion” tocando um violão flamenco em resposta
aos riffs de Moysés, e do mito João Gordo em “Extinção em
Massa”, cantada em português.
"The Great Execution" traz um Krisiun
mais maduro e ainda mais competente. As mudanças aplicadas
pela banda em seu som funcionaram maravilhosamente, tornando
o novo álbum um dos seus melhores trabalhos.
Um dos melhores álbuns de metal do
ano, sem dúvida alguma.
Balneário Poço do Caixão estará
preparado para a realização do II Rock Solidário,que será
disputado neste sábado em Timbé do Sul. Além da música, será
realizado o MotoCross com os trilheiros de Timbé do Sul.
Já partir das 19 hs, iniciam as
atrações musicais do II Rock Solidário. Como entrada será
cobrada R$10 e 1 kg de alimento. As pessoas poderão curtir o
show nacional da Banda Fred Lee, Alcocholic Trendkill de
Criciúma, Aurora Boreal, Tomarrock e Tudo Blue de Turvo,
Garage Inc. de Caxias do Sul, Feel Alive e Stoned Crows de
Araranguá. No local também haverá stand de instrumentos
musicais, Rádio Kombi e Rosa Punk.
Promovido pela Banda Rey Dallas de
Timbé do Sul, com o apoio da Prefeitura Municipal e comércio
local, o evento tem como objetivo principal arrecadar
alimentos para doar às famílias carentes do município.
Camisetas do II Rock Solidário poderão ser compradas no
evento. "Estamos super empolgados, pois acreditamos que este
será melhor que o primeiro, que já foi um sucesso. Os
alimentos arrecadados farão a diferença na mesa de muitos
neste natal", disse o baterista da banda Rey Dallas, Rafael
Ferro.