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07 SETEMBRO 2011

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Strokes fazem 'o' show do Planeta Terra em edição sem concorrentes The Monkees será tema de musical
The Name executa rock dançante no Planeta Terra Selvagens à Procura da Lei abre os trabalhos do Indie Stage
Beady Eye faz show irregular e testa paciência do público RPM se apresenta em evento de motoqueiros no Rio
Evento pretende trazer Arcade Fire, Prince e Morrissey 2012 Kaiser Chiefs escreve sobre as 'pessoas rudes e cruéis' do Twitter
05 e 06/11/11
Megadeth lança clipe do single 'Public Enemy No. 1' Liam Gallagher acha que Noel não é tão bom sem ele
Stone Temple Pilots começará a trabalhar em novo álbum Shadowside confirma show no Rio de Janeiro
Black Sabbath fará 'anúncio especial' na próxima semana Franz Ferdinand deve voltar à ativa em 2012
A Banda Mais Bonita da Cidade libera disco destreia e para download Versão de capa de disco dos Beatles é eleita a mais rara do mundo
Álbum de estreia do Agridoce pode ser ouvido na internet 'Lulu' de Lou Reed e Metallica começa a ser vendido
Jakob Dylan afirma que Wallflowers voltará à ativa Slipknot prepara álbum inspirado no baixista Paul Gray
Pearl Jam faz show antológico para cerca de 50 mil em São Paulo Nirvana: Raro show de 1989 é recuperado. Ouça.
Great Execution - Krisiun (by WINPLASH) Rock Solidário no Poço do Caixão em Timbé do Sul (SC)

Sempre na frente! As músicas que ainda serão lançadas, mas não é vidência, apenas informação.

Aliás, informação é o que mais tem no programa. Modestamente, boa música e muita cultura antes, durante e depois do almoço.

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Confira o Primeira Impressão sobre o novo CD do Foo Figthers!

Strokes fazem 'o' show do Planeta Terra em edição sem concorrentes

Banda tocou álbum de estreia, de 10 anos atrás, quase na íntegra.

Acusada de playback, Goldfrapp 'roubou' público de Beady Eye.

No ano passado, o Planeta Terra teve a disputa entre dois pesos-pesados do rock da geração 90: Smashing Pumpkins e Pavement, além da inclusão de Mika como a surpresa vez. Em 2011, não houve nada disso. A 5ª edição do festival, que aconteceu neste sábado (5) na capital paulista, foi toda dos Strokes.

 

Vocalista dos Strokes, Casablancas empolgou o público como grande atração da noite (Foto: Flavio Moraes/G1)

Desde que o rapper-galã Criolo subiu no palco principal, às 16h, hits da banda liderada por Julian Casablancas ecoavam por quase todos os brinquedos do parque de diversões Playcenter, tomado por fãs vestindo camisetas do grupo. Isso, somado ao fraco poder de fogo dos artistas que compuseram esta edição, deixou o jogo ganho para os Strokes antes mesmo de eles entrarem no palco.

E, quando o fizeram, foi com um show impecável de 1h30, que não decepcionou as 20 mil pessoas que passaram pelo local. O repertório da apresentação foi praticamente baseado em “Is this it”, aclamado álbum de estreia que completa dez anos.

Como foi o festival

Primeira atração estrangeira a se apresentar na edição deste ano, a banda White Lies começou a tocar às 19h, depois de shows do rapper paulistano Criolo e dos pernambucanos da Nação Zumbi. Em sua segunda passagem pelo Brasil, após festa só para convidados em dezembro do ano passado, o grupo inglês tentou conquistar o público que ainda chegava ao Playcenter, com letras como a de “To lose my life”, que traz versos sobre “morrer ao mesmo tempo” que a mulher amada.

“Essa eu acho que vocês conhecem”, disse o vocalista Harry McVeigh sobre “Death”, outra que vai pela mesma temática. Sem se comprometer ou se destacar, o que chamou a atenção em McVeigh foi sua insistência em pressionar o ouvido com o dedo indicador durante a maior parte dos 50 minutos de show.

Com som um pouco mais adequado para um festival como o Planeta Terra, o combo canadense Broken Social Scene trouxe seu indie rock pela primeira vez ao país. “É ótimo estar finalmente no Brasil, senhoras e senhores. Só demorou 10 anos”, brincou o vocalista e guitarrista Kevin Drew, que teve de suar a franja para fazer a plateia esboçar alguma reação.

Em boas canções como “7/4 (Shoreline)”, o grupo colocou seus nove integrantes para fazer um som com potencial para agradar aos fãs de Pavement, que promoveu um inesquecível baile da saudade indie na edição de 2010.

Com saxofone e trombone eventuais (mais destaque nas duas últimas canções, “Meet me in the basement” e “KC accidental”), os músicos do Broken Social Scene se revezaram em percussão, bateria, sintetizador, baixo e guitarras. Às vezes, eram quatro delas fazendo barulho ao mesmo tempo. Mesmo com tantos ingredientes, a fórmula foi só parcialmente aprovada pela plateia.

O cada vez menos galã Paul Banks, vocalista da banda nova-iorquina Interpol, mostrou que sua voz ainda é o grande trunfo da banda. Desta vez, o show foi mais certeiro que os da vinda anterior, o que não significa muito, quando se lembra que a apresentação no Rio em janeiro de 2008 foi interrompida por uma goteira que insistia em pingar na cabeça dos integrantes.

Com um novo baixista que parece ter saído da Família Adams, o Interpol quase conseguiu vencer a apatia do público (que parecia se poupar para os Strokes), com semi-hits como “Say hello to the angels”, “Evil” e “Slow hands”. Alguém precisa avisar o grupo que ainda é cedo para abrir mão de bons singles como “PDA” e “No I in threesome”, independentemente de quão curto seja o repertório.

Liam e seus três ex-Oasis

Sem firulas e com um pouco menos de marra do que nos tempos de Oasis, Liam Gallagher apresentou seu novo projeto ao Brasil, o Beady Eye. Foram apenas 50 minutos de show e 12 canções, que fazem sobressair o talento dos outros três ex-Oasis: Gem Archer, Andy Bell e Chris Sharrock. Com fôlego que parece estar perto de se esgotar, Liam tentou dar gás à apresentação, evitando provações e bravatas de sempre, com foco nos rocks enxutos do disco “Different gear, still speeding”, lançado em fevereiro.

Os destaques ficaram por conta da pegada de “The roller” e da bonita balada “The beat goes on”, a única do Beady Eye que deve ter feito o irmão Noel Gallagher levantar suas volumosas sobrancelhas. Como Liam já deixou claro que não há chances de tocar músicas do Oasis nesta turnê, não se pode dizer que os fãs ficaram decepcionados. Mesmo com a falta de viço do vocalista, alguns poucos fãs até arriscaram os novos versos.

Daí vieram os Strokes, com o som mais alto desta edição, para mostrar com quantas músicas se faz um setlist arrasa-quarteirão. Foram 19 canções em 1h30. Nove das faixas escolhidas pelo grupo de Nova York saíram direto do disco de estreia deles, "Is this it" (2001), como “Last nite” e “Hard to explain”.

"New York City cops" abriu o show e "Take it or leave it" fechou o expediente, que teve os discursos cheios de piadinhas de Casablancas, que zoou o baterista Fabrizio Moretti e brincou com uma garota que dançava na plateia. Para não dizer que não lembraram do disco mais recente – "Angles" (2011) –, vale citar a inclusão de quatro canções do álbum: “Machu Picchu”, “Under cover of darkness”, “You’re so right” e “Gratisfaction”. A expressão "jogar para ganhar" nunca foi tão bem resumida.

Palco menor não tem surpresas

O Indie Stage, palco menor do Planeta Terra e sempre com um "achado" nas últimas edições, este ano decepcionou. Mais uma vez, o local optou por abrigar artistas mais ligados à música eletrônica, caso de Toro y Moi, expoente da chillwave.

Acompanhado de uma banda, o produtor e cantor Chazwick Bundick deu show no controle dos sintetizadores, mas ao vivo suas faixas ganham uma pegada mais roqueira, ao contrário da calmaria que seu som propõe. Ele mostrou personalidade ao abrir o show com “New beat”, sua obra mais conhecida, e montou um repertório de 12 faixas calcado em seus dois discos de estúdio, como “All alone”, “Still sound” e “I can get love”. No final, com “Low shoulder”, o espaço estava lotado.

Menos sorte teve o Gang Gang Dance, cujo show bateu em horário com o do Interpol. Foram poucos aqueles que quiseram ficar para ouvir o eletrônico experimental de batucadas liderado pela extravagante Lizzi Bougatsos. O grupo foi escalado há menos de um mês no lugar de Peter Bjorn e John.

Pior ainda foi o Goldfrapp. O veterano duo britânico tinha tudo para fazer o melhor show do Indie Stage: um público cativo, que preferiu deixar o Beady Eye de lado, e um punhado de boas canções, como “Ride a white horse”, “Happiness” e “Ooh, la la”, que venceu o Grammy de melhor canções dance em 2007.

Nos primeiros minutos, a apresentação chamou a atenção pela ótima qualidade do som e pelo lado brega que a banda assume sem vergonha nenhuma. Vestida com um casaco preto de tiras, Alison Goldfrapp cantou em cima de um ventilador o tempo todo, enquanto dois tecladistas e programadores tocavam keytar (aquele tecladinho empunhado como guitarra) em cada extremidade do palco.

O problema é que tudo não passava de um jogo de cena: tanto a cantora quanto os integrantes fizeram playback na maior parte da apresentação. Nas redes sociais, essa opção foi muito criticada. Já quem estava ali perto pareceu não se importar, preferindo fechar os olhos e apenas dançar.

BRAULIO LORENTZ E GUSTAVO MILLER – G1 SP

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The Monkees será tema de musical

Monkee Business estreará na Inglaterra em março de 2012

Um musical baseado nos hits do grupo sessentista The Monkees está sendo elaborado em Manchester. As informações são do site do semanário britânico NME.

O espetáculo, que contará com singles como “I'm A Believer”, “Hey, Hey We're The Monkees” e “Daydream Believer”, se chamará Monkee Business e estreará em março no Manchester Opera House, devendo passar por outras cidades britânicas . O roteiro será com estilo de humor “Austin Powers”, segundo prometeram os produtores da obra.

Um representante do Manchester Opera House comentou que o espetáculo será como uma nova história “com o espírito” do programa norte-americano de TV que tinha o nome da banda, nos anos 60, e fez com que o Monkees se tornasse famoso. The Monkees foi ao ar na NBC entre os anos de 1966 e 1968 e mostrava as aventuras de quatro jovens que queriam fazer carreira no mundo da música.

 

ROLLING STONE BRASIL - Foto: AP

 

 

 

 

 

 

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The Name executa rock dançante no Planeta Terra

Trio de Sorocaba foi o segundo nome a subir no Indie Stage neste sábado, 5

Os shows seguem no Planeta Terra Festival, que está rolando neste sábado, 5, no Playcenter. A segunda apresentação no Indie Stage, às 17h, foi a do trio sorocabano The Name, que colocou o pequeno público presente no local para dançar.

Composto por Andy (voz e guitarra), Molinari (baixo) e Alves (bateria), o The Name já passou por festivais internacionais (como o South By Southwest e Canadian Music Week), mas agora foi a vez da banda mostrar seu trabalho aos brasileiros que vieram marcar presença no Terra. Em show coeso, apresentou set list composto por faixas em inglês de seu rock que mistura influências de disco music e do pós-punk – e que, às vezes, remete a sonoridades de grupos como Franz Ferdinand e Datarock.

Entre as faixas tocadas, estiveram “Can You Dance, Boy?”, “Can't Take No More”, “Older”, “Tenant”, “It's Up to Us”, “Come Out Tonight”, “Time for Fun”, entre outras. Os integrantes estão atualmente gravando seu primeiro álbum, ainda sem título, que deve sair em 2012, e aproveitaram a ocasião para executar as faixas inéditas “Blueberry Kiss” e “Do Anything”.

ROLLING STONE BRASIL - Foto: Adri Felden/Argosfoto

 

 

 

 

 

 

Ouça:

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Selvagens à Procura da Lei abre os trabalhos do Indie Stage

Grupo vencedor do concurso Hit Todo Som, Todo Seu BB não empolgou a plateia, mas fez show competente no Planeta Terra

Foram poucos os que se animaram com o show do Selvagens à Procura da Lei, responsável por abrir os trabalhos no Palco Indie do Planeta Terra na tarde deste sábado, 5. A banda, que chegou ao festival após vencer o concurso Hit Todo Som, Todo Seu BB, foi de poucas palavras no show de pouco mais de meia hora, que teve início às 16h.

"Amigos Libertinos", canção que abre o disco homônimo de estreia da banda, animou o pequeno público que dançava, mesmo que timidamente, perto da grade do Palco Indie. Com apenas sete canções no set list e uma bandeira do Ceará decorando o palco, a banda se esforçava ao máximo em cada música. A sensação de já ter ouvido qualquer das canções antes permanece durante todo o show, com ecos de indie rock que remetem ao começo de carreira de bandas como Arctic Monkeys e The Kooks, com letras de temática adolescente.

O momento mais curioso da apresentação talvez tenha ocorrido durante a música “Meninos Elétricos”, em que um provável membro do staff da banda subiu ao palco com um capacete dourado de mergulho e tentou animar as pequenas aglomerações que estavam mais interessadas em conversar. Um público fiel próximo à grade, no entanto, mantinha o empenho da banda ao máximo.

A curta apresentação teve fim com “Reis de São Paulo”, uma homenagem da banda cearense aos paulistanos.

ROLLING STONE BRASIL - Foto: Adri Felden/Argosfoto

 

 

 

 

Ouça "Aprendendo a Mentir" de 2011:

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Beady Eye faz show irregular e testa paciência do público no Planeta Terra Festival

 

Beady Eye no Planeta Terra Festival

Às 23h45, o Sonora Main Stage já estava abarrotado de viúvas do Oasis. Quando Liam Gallagher e seus comparsas deram as caras, a reação da plateia deu a entender que o Beady Eye não precisaria se esforçar muito para corresponder às expectativas do público presente. Mas não foi bem assim...

Como a banda tem apenas um disco (Different Gear, Still Speeding, lançado em 2010), não seria difícil prever o repertório do show do Beady Eye. E foi justamente com a faixa de abertura do álbum que começou tudo: Four Letter Word veio de maneira pesada, mostrando quase o mesmo frescor que o Oasis tinha nos velhos tempos. Emendando a enérgica Beatles And Stones, a banda não deixou o ritmo cair, mesmo que a voz de Liam tenha se mostrado um pouco fora de tom nos primeiros números.

Não faltou o primeiro single do grupo, Bring the Light, que mostrou algo que o Oasis nunca explorou: um rock sacolejante calcado em um piano frenético. O grupo só foi dar uma esfriada quando encaixou duas baladas seguidas: Kill For A Dream e The Beat Goes On, belas pérolas com toques de psicodelia a la Beatles e Pink Floyd - o teclado hipnótico da primeira faixa remete descaradamente ao mesmo timbre utilizado pela banda inglesa em Chapter 24.

Só que justamente depois deste momento mais calmo, a apresentação do Beady Eye ficou irregular. O grupo até tentou voltar às canções mais pesadas, com Man Of Misery, mas ao emendar as intermináveis Morning Son e Wigwam, o show descambou para uma chatice sem sentido. As duas músicas não passam de composições medianas esticadas além do limite do suportável, e suas durações exageradas acabaram dispersando a atenção do público crescente, que ainda se mantinha ali para assegurar bons lugares para assistir aos Strokes. É, Liam, parece que um certo Noel ainda faz falta...

ALEXANDRE LOPES – VÍRGULA UOL

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RPM se apresenta em evento de motoqueiros no Rio

Banda está prestes a lançar CD com músicas inéditas

 

O RPM está de volta e continua fazendo sua turnê pelo Brasil. Neste sábado (5), a banda de Paulo Ricardo, Fernando Deluqui, P.A. e Luiz Schiavon tocou na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, num evento que reuniu motoqueiros fãs da Harley Davidson. O evento se chama Harley Days.

 

O grupo apresentou seus vários hits como Louras Geladas, Rádio Pirata e Revoluções por Minuto, além de material novo que estará no próximo CD da banda, só de inéditas, que se chamará Elektra. O disco sai no dia 20 de novembro.

R7 - Roberto Filho/AgNews

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Evento pretende trazer Arcade Fire, Prince e Morrissey ao Brasil em 2012

"Live Music Rocks" ainda poderá contar com Portishead e Dave Matthews Band no line-up

 

Arcade Fire é uma das bandas que pode tocar no festival - Foto: John Smierciak / AP

Um novo grande evento será realizado no ano de 2012 e, pelo que se especula, poderá contar com grandes atrações. A produtora XYZ Live anunciou que vai organizar no ano que vem o Live Music Rocks, uma plataforma anual de shows que acontecerão "nos palcos e nas telas do país". As informações são da revista Rolling Stones.

A notícia foi divulgada em um evento em São Paulo. Entre os nomes que poderão fazer parte do evento estão Arcade Fire, Prince, Morrissey, Portishead e Dave Matthews Band. Não foi confirmado até agora, mas as negociações estão em andamento.

As apresentações do Live Music Rocks acontecerão em estádios, arenas e casas de shows, mas serão pensadas e formatadas como conteúdo multitelas (para que sejam também exibidas em streaming na internet). Segundo informado, os artistas serão divididos em três categorias: Stadium (show para mais de 20 mil pessoas), Open Air (de 10 e 20 mil pessoas) e Arena (até 10 mil pessoas).

Os locais onde irão acontecer os shows do Live Music Rocks ainda não foram revelados e também não se sabe as datas certas. A intenção é que o evento aconteça a partir do primeiro semestre de 2012.

ZERO HORA

Arcade Fire - The Suburbs (Official Video) from City Slang on Vimeo.

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Kaiser Chiefs escreve música sobre as 'pessoas rudes e cruéis' do Twitter

 

A banda inglesa Kaiser Chiefs acaba de compor uma nova música sobre as "pessoas cruéis" que habitam redes sociais como o Twitter. "On the run", que ficou de fora do último disco do grupo, "The future is medieval", é um "brado contra a sociedade moderna", de acordo com o baterista e compositor da banda de Leeds, Nick Hodgson. "Eu estou correndo deste mundo [virtual]. Há opiniões demais lá, como no Twitter. Está cheio de gente rude e cruel", lamentou o músico, que disse ter composto e gravado "On the run" em apenas quatro dias. As informações são do 'NME'.

O GLOBO (segundocaderno@oglobo.com.br)

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05 e 06/11/11

 Megadeth lança clipe do single 'Public Enemy No. 1'

 

O Megadeth lançou em seu site oficial o videoclipe do single de estreia de seu novo álbum de estúdio, 'Th1rt3en'. A faixa chama-se 'Public Enemy No. 1' e foi filmada na Califórnia, em um set antigamente usado para produções de faroeste.

"Nunca havíamos feito um vídeoclipe como esse", disse o baixista David Ellefson. "Temos animais no filme e é tudo o que podemos dizer".

O 13º álbum do respeitado grupo norte-americano de thrash metal chegou às lojas do mundo na última terça-feira (1), via Roadrunner Records. Veja abaixo seu repertório e o clipe de 'Public Enemy No. 1':

01. Sudden Death

02. Public Enemy No. 1

03. Whose Life (Is It Anyways?)

04. We the People

05. Guns, Drugs & Money

06. Never Dead

07. New World Order

08. Fast Lane

09. Black Swan

10. Wrecker

11. Millennium of the Blind

12. Deadly Nightshade

13. 13

HENRIQUE INGLEZ DE SOUZA – GUITAR PLAYER

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Liam Gallagher acha que Noel não é tão bom sem ele

 

Embora Noel Gallagher tenha rejeitado uma reunião do Oasis em 2015 para celebrar os 20 anos do álbum 'What's The Story (Morning Glory)', seu irmão Liam diz estar certo de que acontecerá o contrário. Pelo que ele falou ao periódico The Independent, isso ocorrerá quando o guitarrista se der conta de que precisa do vocalista.

"Tenho certeza de que voltaremos a nos reunir. Noel tem que fazer as suas coisas [em carreira] solo – e se dar conta de que não é tão bom sem o seu irmão mais novo", alfinetou. "Foi ele quem começou com essa ideia [da turnê comemorativa] e agora fica dizendo que não está a fim de fazer".

Assim que o Oasis decretou seu fim, Noel Gallagher seguiu em carreira solo enquanto Liam Gallagher e os demais integrantes montaram o Beady Eye. A banda lançou este ano seu primeiro disco, 'Different Gear, Still Speeding' e está em turnê para promovê-lo. Eles farão um show em São Paulo neste sábado (5) pelo festival Planeta Terra.

HENRIQUE INGLEZ DE SOUZA – GUITAR PLAYER

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Stone Temple Pilots começará a trabalhar em um novo álbum em breve

 

O Stone Temple Pilots começará a preparar seu novo álbum de inéditas em breve. Quem garante é o vocalista Scott Weiland, que conversou com o site da Billboard e contou o seguinte sobre as composições:

"Eles geralmente começam antes de mim, juntando alguns rascunhos de ideias e passando para o [programa de computador] ProTools, sem letras, nem melodia. E então eu começo a ouvir o material e ver se é um disco de rock and roll direto ou se está mais um álbum conceitual, como foi 'Shangri-La Dee Da' [2001]. Uma vez que decidimos isso, o processo segue a toda velocidade".

O álbum mais recente da banda saiu no ano passado, foi o autointitulado que motivou a atual turnê deles – a qual já passará pelo Brasil este mês, com uma apresentação no festival SWU 2011. Scott Weiland, por sua vez, está divulgando seu novo trabalho solo, o de temas natalinos 'The Most Wonderful Time of the Year'.

HENRIQUE INGLEZ DE SOUZA – GUITAR PLAYER

Curta Vasoline:

Stone Temple Pilots - Vasoline por juruna_grb no Videolog.tv.

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Shadowside confirma show no Rio de Janeiro

 

Banda é reconhecida como um dos principais expoentes da nova safra do Metal atual

Os fãs pediram e eles estão de volta ao Rio de Janeiro! Após show de abertura para o Iron Maiden em março deste ano, a banda Shadowside, uma das principais potencias da música brasileira no exterior, confirmou retorno à Cidade Maravilhosa.

O grupo formado por Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarrista), Ricardo Piccoli (baixo) e Fabio Buitvidas (bateria) se apresenta no próximo dia 12 de novembro, no Calabouço Bar. Os ingressos custam R$ 20,00 e já estão à venda no próprio local do evento.

Neste momento, o quarteto está dando os primeiros passos na turnê de divulgação do novo álbum "Inner Monster Out" que, segundo a imprensa especializada, é um dos melhores lançamentos deste ano.

"Inner Monster Out" foi gravado, mixado e masterizado por Fredrik Nordström, um dos principais produtores de Heavy Metal da atualidade, no Fredman Studio, em Gotemburgo, Suécia. O CD tem a participação especial dos vocalistas Mikael Stanne (Dark Tranquillity), Björn "Speed" Strid (Soilwork) e Niklas Isfeldt (Dream Evil). A versão nacional traz a releitura de Inútil, clássico dos anos 80, com Roger Moreira, líder do Ultraje a Rigor!, dividindo os vocais com a frontwoman Dani Nolden.

O videoclipe para a música “Angel with Horns”, primeiro single do CD, já superou a marca de 102 mil views no Youtube. Confira:

Vale a pena lembrar que esta não é a primeira passagem da Shadowside pelo Rio de Janeiro. Em 2006, a banda foi responsável pela abertura do show do Helloween e, este ano, foram convidados para esquentar os fãs do Iron Maiden, no HSBC Arena.

Os produtores interessados em contratar o espetáculo que já passou por mais de 20 países da Europa, cinco turnês pelos EUA e diversas cidades do Brasil, devem entrar em contato através do e-mail contato@furiamusic.com.br.

 

Serviço Shadowside - Rio de Janeiro

Local: Calabouço Bar

Endereço: Rua Felipe Camarão, 130, Vila Isabel - Rio de Janeiro

Hora: 21h

Ingresso: R$ 20,00

Website: http://www.calabouco-bar.com.br

COSTÁBILE SALZANO JR. – SHADOWSIDE PRESS AGENT

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Black Sabbath fará 'anúncio especial' na próxima semana

Expectativa é que de músicos gravem novo álbum e saiam em turnê mundial.

Última apresentação da banda com a formação original aconteceu em 2006.

 

A banda de heavy metal Black Sabbath (Foto: Divulgação)

Os quatro membros originais do Black Sabbath, Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, vão promover uma entrevista coletiva na próxima sexta-feira (11), em Los Angeles (EUA), para fazer um "anúncio especial". As informações são do site do semanário musical britânico "New Musical Express".

De acordo com a publicação, o evento será realizado no Whysky A Go-Go, mesma casa de shows em que o grupo fez seu primeiro show na cidade, há 41 anos, e terá apresentação do cantor Henry Rollins.

A expectativa é de que a banda anuncie uma a gravação de um novo álbum, uma turnê mundial ou os dois — nesta sexta (4), uma imagem com o nome da banda e os números "11-11-11" passou a ocupar o lugar da página inicial do site oficial do grupo, criando expectativa entre os fãs.

Considerada uma das bandas mais influentes da história do rock, o Black Sabbath foi formado em Birmingham, na Inglaterra, em 1968. Em 1979, Ozzy foi expulso por conta do uso abusivo de álcool e drogas. Foi substiuiído por Ronnie James Dio, morto em maio do ano passado.

Ozzy, Iommi, Butler e Ward não se reúnem para uma turnê desde 2005. A última vez em que se apresentaram juntos foi na cerimônia de introdução ao Rock And Roll Hall Of Fame, no início de 2006.

G1 RJ

Assista o "Sabbath" tocando "Paranoid" na Bélgica em 1950:

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Franz Ferdinand deve voltar à ativa em 2012

 

O guitarrista do Franz Ferdinand, Nick McCarthy, confirmou que o grupo deve voltar à ativa em 2012. Sem lançar material novo desde Tonight: Franz Ferdinand, de 2009, o músico revelou ao jornal escocês Daily Record que a banda precisava dar uma parada para recuperar os ânimos.

"Fizemos turnês em excesso e precisávamos sentir prazer em tocar, novamente", contou McCarthy. "Está indo tudo muito bem, pensamos em fazer algo após esse [período] sabático."

O guitarrista também adiantou que o grupo pretende diminuir o ritmo d eprodução de discos. "Costumávamos pensar: qual o problema de gravar um disco por ano? Vamos mudar o sistema um pouco. Nos dias de hoje, as pessoas gravam um álbum por ano e fazem turnê por dois anos. Não acaba nunca".

VÍRGULA UOL

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A Banda Mais Bonita da Cidade libera disco de estreia para download

A Banda Mais Bonita da Cidade

Depois do grande sucesso do clipe de Oração, A Banda Mais Bonita da Cidade ficou meio afastada dos holofotes. Mas esse sumiço justificou-se com a novidade: o processo de gravação do homônimo disco de estreia do grupo, que já está liberado para download no site oficial da banda.

O projeto foi pago por uma iniciativa de crowdfunding, pela qual cada música foi  financiada diretamente pelos fãs. Além das onze canções previstas anteriormente, foi incluída também a faixa Se Eu Corro.

 

Veja abaixo o tracklist:

 

01 - Mercadoramama

02 - Aos Garotos de Aluguel

03 - Boa Pessoa

04 - A Balada da Bailarina Torta

05 - Oxigênio

06 - Ótima

07 - Canção Pra Não Voltar

08 - Solitária

09 - Nunca

10 - Se Eu Corro

11 - Oração

12 - Cantiga De Dar Tchau

VÍRGULA UOL

Curta outro clipe que não seja "Oração"; curta "Boa Pessoa":

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Versão de capa de disco dos Beatles é eleita a mais rara do mundo

A imagem mostra executivos do selo Capitol no lugar dos músicos da banda e das outras personalidades que estampam Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band

 

Uma versão da capa do disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, com os rostos de executivos do selo Capitol no lugar das faces originais (veja ao lado), foi eleita a mais rara do mundo. A informação é do site da BBC.

A escolha foi feita pela revista Record Collector, que se especializa nos temas raridades e recordes.

A capa original, feita pelo artista pop britânico Peter Blake, foi alterada – em vez os rostos dos Beatles e das personalidades que aparecem no original, a imagem ganhou as faces dos executivos do selo Capitol, que lançava os discos do grupo em território norte-americano.

A arte adaptada vale cerca de 70 mil libras (mais ou menos R$ 194 mil) e existem aproximadamente cem cópias dela. A versão foi criada para comemorar o sucesso de vendas do álbum no Natal daquele ano (1967, quando foi lançado).

ROLLING STONE BRASIL

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Álbum de estreia do Agridoce pode ser ouvido na internet

Projeto paralelo da cantora Pitty e do guitarrista Martin Mendonça chega às lojas no dia 7 de novembro

O álbum homônimo de estreia do Agridoce, projeto musical acústico formado pela cantora Pitty e o guitarrista Martin Mendonça, foi disponibilizado para audição na última quinta, 3. O disco chega às lojas no dia 7 de novembro.

O Agridoce foi anunciado em meados de 2010. Consistindo basicamente de Pitty nos vocais e ao piano e Martin nos violões, o Agridoce declara como inspiração nomes como Elliott Smith e Nick Drake. As gravações do álbum aconteceram em um estúdio montado na Serra da Canteira, em São Paulo.

Para ouvir Agridoce, clique aqui. Conheça a tracklist do disco abaixo:

 

1 - "Embrace the Devil"

2 - "Dançando"

3 - "Say"

4 - "Romeu"

5 - "20 Passos"

6 - "Ne Parle Pas"

7 - "Upside Down"

8 - "Epílogos"

9 - "Rainy"

10 - "130 Anos"

11 - "O Porto"

12 - "Please, Please, Please, Let Me Get What I Want"

ROLLING STONE BRASIL

Dançando - Agridoce by felipegrilo

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'Lulu' de Lou Reed e Metallica começa a ser vendido

 

Metallica com Lou Reed: parceria gerou ira de fãs

O álbum 'Lulu', disco de ópera rock gravado entre Lou Reed e Metallica chegou às lojas. Mas, para Lou Reed, 69, este novo projeto já trouxe complicações. Sobre alguns fãs do Metallica, ele afirma: "Eles estão ameaçando atirar em mim. Nem sequer ouviram o álbum, mas já estão recomendando várias formas de tortura e morte", disse em entrevista ao jornal USA Today.

O álbum não recebeu críticas favoráveis dos sites especializados em música, mas o cantor disse que nada disso o abalou. "E quem liga para isso? Eu estou nessa pela diversão", completa Lou Reed que cria ainda artifícios de um 'universo paralelo' para explicar a satisfação com o álbum. "Ninguém quer um 'Lulu parte 2', mas na Radio Lou, na minha cabeça, onde eu ouço estas músicas, eu quero mais disso", explica.

Já do outro lado da parceria, Lars Ulrich, baterista do Metallica, convida os fãs a conhecerem o novo. "Sei que não é para todos, mas eu penso que é um disco fantástico", pontua Ulrich.

'Lulu' é baseado nas peças de teatro do alemão Frank Wedekind, que relatam a história de uma bailarina abusada.

 

Ouça 'The View', primeiro tema divulgado do álbum:

REVISTA CIFRAS

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Jakob Dylan afirma que Wallflowers voltará à ativa

 

Jakob Dylan irá se reunir com sua antiga banda, o Wallflowers, no início do ano que vem. Em recente entrevista à revista norte-americana Rolling Stone, o músico afirmou que já possui algumas canções escritas para o Wallflowers.

O músico disse ainda que nunca teve a intenção de acabar com a banda e que esta passava por um hiato na carreira. Quanto às canções novas sobre as quais o músico falou, deverão integrar o novo disco do Wallflowers, ainda sem título ou data para lançamento definidos. Com cindo discos de estúdio na carreira, o último lançamento inédito da banda foi "Rebel, Sweetheart", que chegou ao mercado em 2005.

Enquanto trabalha material novo para o Wallflowers, Jakob Dylan continua cuidando de sua carreira solo e tem shows marcados até o final do ano nos EUA.  

LIZANDRA PRONIN – TERRITÓRIO DA MÚSICA

The Wallflowers - The beautiful side of somewhere por UOLMUSIC no Videolog.tv.

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Slipknot prepara álbum inspirado no baixista Paul Gray

Corey Taylor

Corey Taylor, vocalista do Slipknot, revelou que o novo álbum de estúdio do Slipknot será totalmente inspirado no ex-baixista Paul Gray, que morreu por uma overdose em junho deste ano. “Nós sabemos que tudo o que fizermos nesse álbum vai ser sobre Paul. Vai ser muito triste”, disse o músico em entrevista a Billboard. Taylor ainda se mostrou não muito ansioso para entrar em estúdio como alguns integrantes da banda estão.

“Eu não quero o risco de perder o que temos construído porque alguém está tentando provar um ponto”, revelou Taylor, sobre o cuidado na composição do disco.

O percussionista Shawn Crahan também revelou que um novo registro não está perto de acontecer neste momento, mas que todos da banda trabalham em material novo.

“Não há o que falar de um novo álbum, mas há um monte de coisas que todo mundo tem. Todo mundo tem ideias escritas, mas isso não vai acontecer até chegarmos juntos como uma banda e ter uma grande discussão sobre o que é que queremos realizar”, disse Crahan.

Na última segunda, 31 de outubro, a banda lançou uma edição especial de 10 anos do seu segundo álbum “Iowa”.

KATY FREITAS – TERRITÓRIO DA MÚSICA

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Pearl Jam faz show antológico para cerca de 50 mil em São Paulo

Banda faz show em Porto Alegre em 11 de novembro

As imagens na tela sempre em branco e preto, como a reafirmar a essencialidade da cultura noir, da arte sem afetação ou efeitos milionários. Mas não se tratava de um filme, era o telão do show do Pearl Jam no Morumbi, e o que se viu foi algo também tão fundamental quanto um livro de Raymond Chandler ou um filme de John Huston.

Cerca de 50 mil pessoas viram o concerto de ontem, e na saída do estádio umas 100 pessoas já dormiam na porta para o show de sexta à noite. Pela primeira vez na vida, é possível pensar que a vigília estava coberta de razão. Foi um show antológico.

Abrindo com Release (última faixa do seu disco de estreia, Ten, de 1991), às 21h15, o Pearl Jam conduziu uma cascata de som quase sem pausa, 26 músicas tocadas e cantadas com entrega total de seus integrantes. O grupo não só ilustrou a formidável resistência do rock básico em duas décadas de estrada, mas também fez um tributo ao despojamento e sinceridade do punk rock, tocando Come Back em homenagem a Joey Ramone e, na sequência, tocando I Believe in Miracles, do próprio Ramones, com uma abordagem reverente, quase religiosa.

O Pearl Jam fez do show um tipo de manifesto da sua crença musical. O punk rock esteve presente o tempo todo, fosse na execução de um originador do gênero, Neil Young (na clássica Rockin' in a Free World); na abertura do concerto com o grupo californiano histórico X, referência do gênero; e até no formato ultrabásico de uma novíssima canção, Olé (que vai entrar em álbum de 2012).

Eddie Vedder parece que elevou o berro a uma espécie de categoria melódica. Sua entrega em cena, mais o auxílio luxuoso de uma guitarra barroca, a de Mike McCready (verdadeira estrada almofadada atravessando uma montanha rochosa), alucinaram a noite.

— Felizes por estar em São Paulo. Obrigado por nos trazer de volta. Vocês estar bem aí? — disse Vedder, em português. O show foi muito mais energético e vertiginoso do que o último que a banda fez no País, em 2005 (naquela ocasião, tocaram 28 músicas). Em dado momento, Vedder pediu para ver o público e as luzes se acenderam, e ele pediu por segurança para todos.

No Morumbi, o primeiro coro coletivo, imenso e hipnótico, foi quando a banda tocou Even Flow. Os hits são muitos, apesar de o Pearl Jam nunca ter ser sido uma banda de refrões fáceis e radiofônicos: Do the Evolution, Black, Comatose, The Fixer. Just Breathe fez as meninas se esgoelarem. Apesar do set list extenso, houve quem reclamasse da ausência de Yellow Ledbetter.

Há uma tentativa exacerbada na música do Pearl Jam, um esforço romântico clássico, de se colocar o sentimento acima das limitações da vida cotidiana. Essa capacidade transgressiva sobrevive intacta na voz de Vedder, um sujeito que furou a bolha do rock system e foi em busca da verdade da música, gravando inclusive com o paquistanês Nusrat Fateh Ali Khan.

No segundo bis, era possível ver Vedder pendurado numa das beiradas do palco, pendendo pelo braço como se estivesse andando de bonde, e fitando o público demoradamente. Vindo do grunge, esse cara aprendeu como manter a alma aquecida em cima de um palco. Coisa rara.

Os bilhetes para o show de Porto Alegre custam R$ 150 (arquibancada), R$ 180 (pista) e R$ 200 (cadeira - esgotada nas vendas pela internet).

 

Como comprar:

> Site: www.ticketsforfun.com.br

> Telefone: 4003-5588 (válido para todo o país), a partir das 9h desta segunda-feira (01/08)

> Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência): Loja Multisom (Rua dos Andradas, 1001, Centro) Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 11h às 19h; e sábado, das 10h às 18h (não funciona aos domingo e feriados)

> Demais pontos de venda (com taxa de conveniência) estão listados no site www.ticketsforfun.com.br

> Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop

> Meia-entrada valerá somente para idosos

ZERO HORA – Foto: Tiago Queiroz/AE

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Nirvana: Raro show de 1989 é recuperado e pode ser ouvido na íntegra

Gravação foi recuperada pela rádio WFNX

 

Foi disponibilizada uma rara gravação ao vivo do Nirvana em começo de carreira, antes da entrada de Dave Grohl ou dos hits de Nevermind. Mas a gritaria reservada por Kurt Cobain para as apresentações ao vivo está lá.

O show aconteceu em 1989 em um clube de Cambridge, Massachusetts, chamado Man Ray. Foram tocadas músicas da era do disco Bleach, como "School", "About a Girl", "Been a Son", "Breed", entre outras. A gravação foi recuperada por Duane Bruce, ex-DJ da rádio de Boston WFNX, que introduz a banda no início do show. Ouça na íntegra:

01 Live Set by Duane Bruce

CARINA TOLETO – OMELETE UOL

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Great Execution - Krisiun

 

Nenhuma banda brasileira, em qualquer estilo, tem o reconhecimento internacional que o Krisiun possui hoje. Desde o auge do Sepultura, na primeira metade dos anos noventa, nenhum grupo saído de nosso país havia ido tão longe. Todo o reconhecimento em relação ao trabalho do Krisiun é merecido, afinal a banda dos irmãos Kolesne é, sem dúvida, uma das maiores e mais interessantes não só do death metal, mas do metal como um todo, já há alguns anos.

 

Nota: 9

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

 

O novo disco do trio, "The Great Execution", saiu no último dia 31 de outubro, e, além de manter a banda no topo, tem tudo para fazê-la crescer ainda mais. Sem medo de ousar e evoluir, Alex Camargo (vocal e baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateria) deram um passo à frente. "The Great Execution" é o álbum mais longo da história do Krisiun, com mais de 1 hora de duração. As composições também estão maiores, e apresentam muito bem-vindas variações rítmicas, saindo da velocidade pura característica e investindo em andamentos mais cadenciados. É claro que os trechos rápidos, com a bateria de Max entregando blast beats à velocidade da luz, estão presentes, mas não são mais o prato principal. Isso, aliado à presença maior de melodia, faz com que as novas composições se aproximem do thrash metal.

O fato é que o Krisiun saiu de sua zona de conforto, arricando-se corajosamente. As dez faixas de "The Great Execution", ainda que mantenham a forte personalidade do grupo, são diferentes de tudo o que a banda já gravou. A evolução técnica dos músicos é gritante, e isso foi repassado para as composições. Mas calma, não precisa ficar preocupado. Eu sei que o termo “evolução”, quando aplicado ao metal extremo, causa arrepios nos mais radicais, e com razão. No caso do Krisiun, o que ocorre é que a banda usa com inteligência o conhecimento e a experiência para dar um passo à frente sem perder o extremismo de sua música. As variações de velocidade nas faixas fazem com que elas respirem e tornem-se ainda mais potentes. O grupo sabe como poucos criar e manter passagens intensas em suas canções, que retesam o corpo do ouvinte e afetam diretamente os seus músculos, como ocorre em “The Extremist”, por exemplo.

Produzido por Andy Classen (Rotting Christ, Legion of the Damned, Belphegor), "The Great Execution" tem uma sonoridde orgânica e pura que contrasta com a maioria dos trabalhos de metal extremo lançados atualmente, repletos de elementos artificiais criados em estúdio.

A banda acerta a mão violentamente em diversos momentos. “Blood of Lions”, “The Will to Potency”, a espetacular faixa-título, “Descending Abomination” e “Rise and Confront” são destaques imediatos, assim como as participações especiais do guitarrista Marcello Caminha em “The Sword of Orion” tocando um violão flamenco em resposta aos riffs de Moysés, e do mito João Gordo em “Extinção em Massa”, cantada em português.

"The Great Execution" traz um Krisiun mais maduro e ainda mais competente. As mudanças aplicadas pela banda em seu som funcionaram maravilhosamente, tornando o novo álbum um dos seus melhores trabalhos.

Um dos melhores álbuns de metal do ano, sem dúvida alguma.

 

Faixas:

The Will to Potency

Blood of Lions

The Great Execution

Descending Abomination

The Extremist

The Sword of Orion

Violentia Gladiatore

Rise and Confront

Entinção em Massa

Shadows of Betrayal

RICARDO SEELIG PARA O WINPLASH

Ouça "The Will To Potency":

KRISIUN - The Will To Potency por destaques no Videolog.tv.

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Rock Solidário no Poço do Caixão em Timbé do Sul (SC)

 Balneário Poço do Caixão estará preparado para a realização do II Rock Solidário,que será disputado neste sábado em Timbé do Sul. Além da música, será realizado o MotoCross com os trilheiros de Timbé do Sul.

Já partir das 19 hs, iniciam as atrações musicais do II Rock Solidário. Como entrada será cobrada R$10 e 1 kg de alimento. As pessoas poderão curtir o show nacional da Banda Fred Lee, Alcocholic Trendkill de Criciúma, Aurora Boreal, Tomarrock e Tudo Blue de Turvo, Garage Inc. de Caxias do Sul, Feel Alive e Stoned Crows de Araranguá. No local também haverá stand de instrumentos musicais, Rádio Kombi e Rosa Punk.

Promovido pela Banda Rey Dallas de Timbé do Sul, com o apoio da Prefeitura Municipal e comércio local, o evento tem como objetivo principal arrecadar alimentos para doar às famílias carentes do município. Camisetas do II Rock Solidário poderão ser compradas no evento. "Estamos super empolgados, pois acreditamos que este será melhor que o primeiro, que já foi um sucesso. Os alimentos arrecadados farão a diferença na mesa de muitos neste natal", disse o baterista da banda Rey Dallas, Rafael Ferro.

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By Paulão - (34) 9108-5957 paulao@confraria.net

Ingressos para o show de Pete Doherty começam a ser vendidos